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O Conceito de Empreender Vem Mudando

Atualizado: 4 de Nov de 2019


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Atualmente, o conceito de empreendedor tem mudado e não está mais vinculado apenas à ideia de sucesso financeiro, mas também a outras qualidades.


E a empresa Multiofice Escritório Virtual e Coworking, entendendo isso, contabiliza mais uma preciosa gama de informações disponível para aqueles que buscam abrangência nos seus conhecimentos, em particular, nesse setor de empreendedorismo.


A empresa está inserida na região de Pernambuco, especificamente, em Recife, Olinda e Paulista desde a década dos anos 1990, já se foi mais de 20 anos na prestação de serviços através de salas inteiramente preparadas e equipadas para fins de escritório compartilhado e individual, sala de reuniões, endereços comercial, domicílio fiscal com ótima localização, também composta de pessoas qualificadas para dar apoio durante o expediente, tais como: recepcionista, agenda, serviço de copa, motoboy...


Tudo com a nossa expertise de mais de duas décadas de atuação.


E claro, com um plano que certamente favorecerá o seu bolso.


São profissionais, empresas e startups de vários nichos que podem contar conosco para atuarem em nossa região com qualidade e baixo custo. Contate-nos!


Até o ano 2000, o empreendedorismo não era um tema tão comentado.


Foi a partir daí que praticamente todas as universidades passaram a oferecer a disciplina de Empreendedorismo e a criar empresas juniores para estimular o espírito empreendedor de seus alunos.


Com isso, os jovens passaram a conhecer a importância do planejamento e dos conhecimentos gerenciais para tocar seus negócios.


Nesse período, o empreendedor era considerado alguém com capacidade para criar negócios e se tornar bem-sucedido, sobretudo financeiramente.


São pessoas que tem o desejo de deixar sua marca em tudo o que fazem.


A satisfação de lutar por uma causa é o grande fator que motiva o espírito empreendedor.


Para os jovens, ser empreendedor extrapola o aspecto do retorno financeiro.


É mais uma questão de não se acomodar com uma vida regrada pela mesmice.


É identificar-se com uma ideia e mobilizar recursos diversos para torná-la realidade.

Essa compulsão por fazer coisas diferentes, de maneira diferente, é o elemento que distingue as pessoas com potencial empreendedor das demais.


Assumir riscos, criar uma ampla rede de contatos e investir grande parte do tempo em uma causa na qual acredita parecem ser consequências do espírito empreendedor que move algumas pessoas.


Você sabia que...


Existe um número muito grande de empreendedores, nem todos eles são gênios, ganham rios de dinheiro e conquistam a fama?


E que muitos, inclusive, passam por diversos fracassos até aprender?


Os empreendedores dependem de sócios e/ou colaboradores para alcançar o que desejam. Mas todos eles, de uma forma ou de outra, fazem a diferença e servem de alavanca para o progresso.


São empreendedores todas as pessoas inovadoras, que enxergam as mudanças e sabem aproveitá-las, transformando-as em oportunidades de negócio.


Empreendedores não fogem dos obstáculos


Imaginam caminhos novos, diferentes, mudam ou criam valor para algo que já existe.


Iniciativa, persistência, especialização, persuasão e capacidade de assumir riscos são alguns dos traços comuns de empreendedores que alcançam o que desejam.


Mas também é de grande importância ter consciência dos próprios limites, o que pressupõe um profundo autoconhecimento.


Se a pessoa é empreendedora, portanto, é importante que identifique quais são os seus valores pessoais, seus gostos, as áreas de conhecimento que mais lhe interessam e, sobretudo, as suas deficiências, para que conheça suas limitações.


Embora algumas características digam respeito a pessoas empreendedoras, não se trata de um grupo cujo perfil seja facilmente destacável na sociedade.


Os empreendedores brasileiros formam um grupo bastante segmentado, inclusive, não sendo possível identificar um padrão comum a todos eles.

A pesquisa “Empreendedorismo no Brasil 2015”, conduzida pelo Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP) com o apoio técnico e financeiro do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), apresenta algumas particularidades do atual cenário do empreendedorismo brasileiro.


De acordo com a pesquisa, 52 milhões de brasileiros com idades entre 18 e 64 anos estavam envolvidos na criação ou na manutenção de algum negócio, na condição de empreendedor em estágio inicial ou estabelecido.


Ainda, 21% dos empreendimentos estão relacionados a empreendedores nascentes e, 14,9% estão relacionados a empreendedores em estágio inicial ou estabelecido.


Distribuição percentual dos empreendedores segundo características sociodemográficas – Brasil 2015.


Distribuição percentual dos empreendedores segundo características sociodemográficas – Brasil 2015... Saiba mais!

Fonte: GEM Brasil 2015 Legenda: TEA (Taxa de Empreendedores Iniciais), TEE (Taxa de empreendedores estabelecidos), TTE (taxa total de empreendedorismo).


A pesquisa diferencia os empreendedores em estágio inicial dos empreendedores estabelecidos.


Os empreendedores nascentes e novos são os que estão em estágio inicial.


Os empreendedores estabelecidos administram e são proprietários de um negócio tido como consolidado, que pagou salários, gerou pró-labores ou qualquer outra forma de remuneração aos proprietários por mais de 42 meses (3,5 anos).


Avaliando o envolvimento da população brasileira com empreendimentos em estágio inicial, foram obtidas as seguintes informações:

  • Homens e mulheres são igualmente ativos.

  • Indivíduos na faixa etária dos 25 aos 34 anos são os mais ativos; enquanto indivíduos na faixa dos 55 aos 64 anos são os menos ativos.

  • Indivíduos com segundo grau completo são os mais ativos; enquanto indivíduos com curso superior completo são os menos ativos.

  • Indivíduos com renda familiar entre seis e nove salários mínimos são os mais ativos; enquanto indivíduos com renda inferior a seis salários mínimos são os menos ativos.

  • A taxa de empreendedores nascentes que iniciaram negócio por necessidade vinha decrescendo desde 2010 (1,4% em 2010 e 0,5% em 2014), tendo sofrido um abrupto crescimento de 1,9% entre 2014 e 2015, chegando a 2,4% no último ano.

Avaliando o envolvimento da população brasileira com empreendimentos em estágio estabelecido, foram obtidas as seguintes informações:


O gráfico a seguir apresenta a evolução da proporção do empreendedorismo por necessidade entre os empreendedores nascentes e novos no Brasil, durante o período de 2010 a 2015.


É notório o aumento da proporção de empreendedores que passaram a empreender por necessidade a partir de 2014, descontinuando a tendência de queda apresentada nos últimos anos.

Leia também: É preciso que os empreendedores tenham acesso à profusão de métodos e ferramentas para auxiliá-los a inovar


Análise de especialistas


As análises realizadas por especialistas, portanto, conduzem à conclusão de que, embora as taxas de empreendedorismo no Brasil tenham aumentado entre 2014 e 2015, se comparadas aos últimos anos da pesquisa no Brasil, estas foram mais impactadas pelo empreendedorismo por necessidade, principalmente entre os empreendedores nascentes.


Esse é um fator indicativo da tendência de criação de negócios marginais, com pouca capacidade de se manter competitivos no mercado, uma vez que seus empreendedores não dispõem de recursos fundamentais, como conhecimentos em gestão de negócios e capital para investir e manter o negócio operando até que este possa gerar lucro.


Outra pesquisa realizada foi a pesquisa “Empreendedores Brasileiros: Perfis e Percepções 2013” entrevistou cerca de 3 mil brasileiros, entre proprietários de empresas, potenciais empreendedores e outros jovens e adultos que não pretendem abrir um negócio próprio.

Os resultados dessa pesquisa também salientam que, independentemente do perfil do empreendedor brasileiro, existe um grande deficit educacional a ser suprido.


Falta aos empreendedores conhecimento em muitas áreas, sobretudo em gestão de negócios. Muitos acreditam que, por apresentarem comportamento empreendedor, não necessitam se preparar para empreender.


Na imagem a seguir, é possível observar onde os empreendedores obtêm informações e como usam as redes sociais.


Ao observar essas informações, o que você pensa?


Surpreende o percentual de pessoas que têm como fonte principal de informação notícias e comentários apresentados na televisão e no rádio. Ainda mais alarmante é saber que a maior parte dos empreendedores pesquisados não acessa portais/sites e nem redes sociais.


Informações como essas mostram o porquê de não ser possível pensar nos empreendedores brasileiros como um grupo homogêneo.


há muitos negócios bem-sucedidos sendo criados por jovens empreendedores brasileiros.


Afinal, como será abordado adiante, há muitos negócios bem-sucedidos sendo criados por jovens empreendedores brasileiros que envolvem amplo conhecimento das tecnologias de informação e comunicação. Para eles, os recursos possibilitados pela web são imprescindíveis.


Entretanto, uma coisa é certa: a viabilidade de um pequeno negócio depende muito dos conhecimentos e do comportamento do empreendedor.


Ele é a figura central do empreendimento.


Por conta disso, muitas vezes precisa exercer, simultaneamente, o papel de dono da ideia e de executor dos processos.


Tendo em conta esse fator, há algumas características do empreendedor que também podem contribuir para o sucesso do empreendimento.


Gostou?


Ah, que bom! Então fique antenado aqui no blog Multioffice Escritório Virtual e Coworking.


A cada semana nos empenhamos em postar algo que seja relevante para o desenvolvimento dos que buscam ser (ou são) empreendedores.

Até semana que vem!

Leia também: O sol é para todos! Ter competitividade no mercado, não é privilégio só de grandes empresas


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