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Micro Empreendedor Individual ou MEI, erros a serem evitados



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RESUMO:

Não ter controle das Finanças.

Cobrança tributária ao mudar de categoria.

Planejar o seu crescimento.

Não encarar o erro como aprendizado.

Não entender o funcionamento do DAS.


Mas, nem sempre dispomos de grande capital para investir ou até com grande faturamento anual, e é justamente por isso que para facilitar a estrada de quem está começando a empreender e também se manter dentro da Lei, foi criado o MEI que é uma categoria do Microempreendedor Individual.


E essa categoria conta com benefícios legais para quem está começando, só que ele não é tão simples assim como imaginamos, existem erros que as pessoas cometem quando se tornam MEI e que podem simplesmente prejudicar o negócio.


É justamente desses erros que iremos abordar nesse tema, recomendo que você confira essa narrativa até o final, porque saber quais são esses erros podem salvar o seu negócio, então fique ligado.


Se você já pensou em se tornar um empreendedor e foi um pouquinho mais a fundo sobre como fazer isso de fato, abrir um CNPJ e tudo mais, provavelmente já deve ter se deparado com a possibilidade de se tornar um microempreendedor individual, o chamado MEI, e veja, para quem está começando é interessante, porque ao se tornar MEI conseguimos vários facilitadores, inclusive aquela famosa isenção de Imposto de Renda para quem tem uma receita bruta anual menor do que R$ 60.000 e que vai chegar a R$ 81.000 no ano seguinte, por exemplo.


O problema é que junto com esses facilitadores também nos deparamos com pegadinhas que ficam escondidas, mas que podem vir à tona e simplesmente destruir o seu negócio.


Nesse tema, listamos cinco dessas pegadinhas.


Sem prolongar muito, vamos partir logo para o primeiro erro.


Não ter controle das Finanças.


O primeiro erro, e que desencadeia todo o resto, é sem dúvida desconhecer os números básicos, tanto do seu orçamento familiar quanto do seu negócio, se você desconhece o tamanho dos custos, faturamento e também o quanto de lucro você tem, fica muito difícil tomar qualquer decisão, fica difícil ver se é possível economizar, ou se seu faturamento precisa aumentar. Enfim!


Você trava totalmente as suas decisões, começa a tatear no escuro e ainda piora o fato de desconhecer esses dados, fazendo com que cometa erros ainda piores.


Os próximos erros listados aqui, tem uma intimidade direta com esse fator que acabamos de falar, vocês vão entender porque, no fim, a realidade é a seguinte: se você quer evitar cometer erros com as suas finanças, seja MEI ou como pessoa física, é preciso entender exatamente como está funcionando e para onde está indo o seu dinheiro, como ele está chegando e se realmente ele está chegando.


Conforme você cresce, esse assunto começa a ficar bem mais difícil e delicado, e por isso você tem que prestar atenção desde já.


O segundo erro:


Cobrança tributária ao mudar de categoria.


Como disse para você no começo, existe um benefício muito famoso que nos acontece ao nos tornarmos MEI, mas tem uma isenção tributária de Imposto de Renda que vai até o limite da renda bruta anual de R$ 60.000, isso quer dizer, em outras palavras, se você se transformar em MEI e em um ano não atingir uma receita bruta maior que 60 mil, então não vai precisar pagar nenhum imposto de renda, apesar de você ter que fazer uma declaração, pois é obrigatória.


Isso é uma coisa muito legal, não é? Porque afinal de contas tudo que a gente quer, quando começamos o negócio é crescer, e a parte tributária de empreendimento é sempre muito complicado, tendo a possibilidade de começar com isenção de imposto, isso já é uma ajuda enorme para termos poder ter crescimento, o problema é o que acontece quando superamos essa receita bruta, isso por um simples motivo, quando passamos essa receita, passamos também a ter obrigações tributárias a pagar, e essas obrigações pulam, em média, 303%, ou seja, se você consegue R$ 1 mil a mais do que 60 mil permitidos, se adquire por consequência, o triplo do custo tributário de antes.


E aqui está o primeiro gargalo de quem começa a crescer nos negócios, porque muitos empreendedores acabam não se atentando nesse aumento de 303% e passam dos 60 mil achando que com isso apenas vão começar a declarar.


Não é que passar esse limite seja errado, se a gente passa, é sinal de que nosso negócio está crescendo, e isso é bom!


O problema é quando a receita que você tem no ano excede apenas um pouquinho do valor estabelecido para isenção, e esse pouquinho do ganho, acaba não compensando o custo tributário que você ganha na outra parte.


Até porque, é o limite em relação ao seu faturamento anual e não o seu lucro, ou seja, pode ocorrer que você, digamos, consiga o faturamento de R$ 61 mil, mas o seu custo seja de R$ 60 mil e você termina o ano com R$ 1 mil de lucro, e mesmo com esse R$ 1 mil de lucro, por conta do limite ultrapassado no faturamento vem os 303% de aumento tributário para pagar, e uma má situação de lidar além de poder complicar o financeiro do seu negócio, ainda de certa forma, reduz bastante a sua perspectiva de prosperar.


Então você começa a empreender com aquela trava na sua cabeça de que não pode faturar o bastante para não passar a receita anual permitida, ou seja, o crescimento do negócio trava.


Mas existe uma solução!


Planejar o seu crescimento.


Levar em consideração um cenário que você cresça mais do que esperado pode ser útil e te ajudar a determinar o que fazer meses antes desse problema surgir, então entenda que esse aumento tributário é o que a gente tem que aceitar, caso queira continuar subindo.


Simplesmente tenha noção do seu próprio crescimento para não ser pego de surpresa.


O terceiro erro é um erro muito comum que acontece justamente na declaração de imposto de renda, porque muita gente acaba não se atentando ao fato de que, quando a gente vira MEI, precisamos fazer duas declarações e não somente uma, ou seja, além de fazer uma declaração como pessoa jurídica, precisamos também fazer a declaração como pessoa física e aí que o bicho pega, tem MEI que acaba fazendo a declaração pelo DASM que a Declaração Anual Simplificada do MEI e esquece do IRPF - Imposto de Renda Pessoa Física, ou até pior, a pessoa sabe que precisa fazer mas não tem a mínima noção do que declarar em cada uma delas, já que muitas vezes o que a gente ganha como empreendedor acaba se misturando com o nosso patrimônio da pessoa física.


O que fazer então?


É mais simples do que parece, até porque as duas declarações são feitas de forma separada, basicamente você vai entrar no site do DAS - Documento de Arrecadação do Simples Nacional, utilizar o seu CNPJ para você logar/acessar o sistema online, e lá a sua declaração vai ser apenas referente às receitas brutas, ou seja, sem colocar os seus custos e também se teve empregado ou não.


Então é importante lembrar que as receitas brutas vão contabilizar todas as vendas ou serviços que você prestou no período, também é importante lembrar que a declaração é sempre referente ao ano anterior, então, no ano passado, por exemplo, é preciso declarar com base nas informações do ano retrasado.


Já no Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF), aí sim passamos a considerar os seus custos e principalmente o valor que você tem que declarar que acaba sendo a sobra das suas receitas em relação aos seus custos.


Então se você conseguiu exatamente R$ 60 mil de receita bruta e R$ 40 mil de custos no ano, R$ 60 mil vai para declaração como MEI e R$ 20 mil para a declaração como pessoa física, não é tão complicado assim, não é mesmo?


O problema mesmo é realmente entender um pouquinho melhor sobre o que declarar em cada parte, se a gente fizer errado o leão aparece e aí complica.


O quarto erro é o seguinte:


Não encarar o erro como aprendizado.

Muita gente que está começando a empreender agora tem um enorme medo de acabar fracassando, e cria um trauma dentro de si mesma, na qual começa a ter problemas na hora de decidir o rumo do empreendedorismo.


Se você é MEI só está no começo da estrada, é quase certo se deparar com muitos erros na sua jornada, é super normal!


Não existe um empreendedor que não erre e seja perfeito.


A sacada é você ver o seu erro, assumir que errou, analisar o cenário e ver o que poderia ser feito, assim, vai aprendendo com isso.


O fracasso não chega quando você erra, mas sim quando você desiste.


É preciso tentar achar soluções com os nossos erros e tirar lições disso.


O poder da resiliência de se manter firme, mesmo depois dos erros, é uma das grandes características das pessoas de sucesso, é algo que você precisa adotar na sua vida.


Quem não erra, não é mesmo?


Erramos várias vezes no decorrer da vida, inclusive, o que faz justamente atingir o sucesso é o erro, todos conhecemos a célebre frase “é errando que se aprende” .


Claro, sempre queremos evitar erros, mas quando acontece, podemos direcioná-lo para o sucesso, é assim que funciona para todo mundo.


Quinto erro:


Não entender o funcionamento do DAS.

Digamos que você está decidido a se tornar um MEI, aí se empolga, ver que não é tão difícil abrir um CNPJ com um MEI, vai lá faz todo processo e tal, mas aí percebe a necessidade de estruturar muitos pontos ainda, antes de criar o seu negócio, mesmo assim você deixa o seu CNPJ aberto e vai resolver outras pendências na sua vida para só depois começar de fato a trabalhar.


Esse tipo de coisa é muito comum e não necessariamente uma coisa ruim ou um erro, o problema é quando abrimos O CNPJ como MEI, já é obrigatório pagar a chamada DAS, e é basicamente obrigação mensal do MEI, pagar esse valor, custa em média R$ 60,60, (a depender de ajustes do governo) ou seja, o valor não é grande, mas muitos esquecem ou não sabem que é preciso pagar esse valor mensal, isso com certeza vai gerar problemas, já que o DAS é o valor a ser pago obrigatoriamente.


A dica aqui, é só você prestar atenção e não desprezar esse valor, quer queira ou não, é preciso pagar.


Bom, espero que você tenha gostado das dicas Multioffice Escritório Virtual e que, principalmente, te ajude não só nas tomadas de decisões, mas também para entender melhor esse universo empreendedor.


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